Por um lado, minha preocupação se mostrou sábia, por outro...desnecessária. O filme é uma espécie de Efeito Borboleta na versão comédia. João, interpretado por Wagner Moura, é humilhado na faculdade pela garota de seus sonhos. Amadurece e se torna um amargo e frustrado professor de física. Em um de seus experimentos, descobre, sem querer, uma forma de viajar no tempo e, então, decide retornar ao dia da humilhação e criar para si um futuro melhor. Claro que quando a gente muda algo no passado, por menor que seja, isso se reflete no futuro. Óbvio, logo, muita coisa engraçada e esquisita acontece para dar continuidade à história.
Minhas impressões: o enredo não é original. É cópia de muitos filmes internacionais que já abordaram o tema; a trilha sonora é ótima, com R.E.M, Legião e Radiohead; as atuações são apenas normais, exceto, é claro, pelo protagonista, que dá um show. Wagner Moura, em menos de duas horas conseguiu transitar entre pós-adolescente, cientista maluco frustrado e ricaço calhorda arrependido perfeitamente. Inclusive, simultaneamente, em algumas cenas.
Resumindo: O Homem do Futuro é engraçadinho. Filme de Sessão da Tarde, salvo a cena de sexo entre João e Helena, personagem de Alinne Moraes. Aliás, como pode um filme com cena de sexo ter classificação etária a partir de 10 anos? #ficaaduvida.
P/S: o que é a sonoplastia de quando o João se desintegra? Precisa disso, minha gente? Precisa? rs...barulhinho estilo as bolhas de Glub Glub, da Cultura...#prontofalei.








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